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Como Chegar: saindo do Brasil para Santiago/Chile e de lá para a Polinésia Francesa é a forma mais prática. Veja detalhes no post Polinésia Francesa – planejando a viagem.

De Santiago, após 5 horas de voo, no meio da madrugada, ouvimos o aviso de aterrissagem na Ilha de Páscoa (veja também o post Rapa Nui). Pela nossa experiência, prepare-se pois encontrará uma longa fila, no frio, à luz do luar, sem lugar para sentar, para fazer o procedimento de imigração. Após pelo menos uma hora, novo embarque e agora sim, vôo internacional para Papeete –  e aí mais seis horas.

À 1 hora da manhã, horário local (6 horas a menos que no Brasil) fomos recebidos no Aeroporto Internacional de Faa’a em Papeete, com música, dança nativa e colar de flores – só faltou mesmo o TATU! Fantástico!!! Eu sempre sonhei estar nesta cena quando assistia Ilha da fantasia (isto é somente para os com mais de 50 anos). Sob um céu estrelado do inverno de agosto, mas com temperatura de 23 graus, seguimos para o hotel Le Meridién, . Sobre o hotel, idioma, outras ilhas, Veja o post Polinésia Francesa – planejando a viagem, onde ficar e comer.

Papeete – a cidade tem 1048 km quadrados e 45 km de extensão, habitada por 180 mil habitantes. Nunca vi um lugar com tantas igrejas e descobri que o povo é muito religioso, 40% são católicos, 40% protestantes, 10% muçulmanos.

O que fazer: um passeio de Van ao redor da ilha (89 euros para dois ou 9600 CFP –  francos polinésios, apelidados por nós de papeetizinhos, 1 euro = 119 CFP), mas você pode fazer também de moto ou alugar um carro.

O ponto mais alto da ilha é o Monte Orohena com 2.241m acima do nível do mar. A primeira parada foi na encantadora

Gruta de Mara'a

Gruta de Mara’a

Gruta de Mara’a, água translúcida e muita vegetação embelezam o lugar.  Seguimos para os Jardins d’eau Vaipahi, bem cuidado, com uma grande diversidade de árvores e flores da região e outras que vieram dos países próximos, mas o melhor mesmo é que encontramos lá a Fonte da Juventude! Só não sei se vou rejuvenescer?! Passamos pela Tahiti Iti (pequena Taiti) e a seguir visitamos Le 3 Cascades,Cascata maiorvilarejo de Tiarei, visitando duas cascatas menores e uma muito alta, mas que se alcança caminhando somente 5 minutos. Belíssima experiência. Seguimos então para o Trou du Soufleur – uma grota na rocha, que com o encontro das ondas por baixo da estrada, provoca um enorme deslocamento de ar, gerando um grande estrondo e um vento que levanta a roupa, a lá Marilyn Monroe.

Encerramos o dia no Farol que data de 1867, admirando um belíssimo por do sol seguido por uma lua cheia impecável.

 

 

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Em nosso segundo dia fizemos o passeio pelo centro da ilha – a cidade propriamente dita, saímos as 8:15 da manhã, só não reclamamos porque no Brasil já eram 14:15h e o relógio biológico ainda não estava ajustado…. Visitamos o Mercado,

Mercado

Mercado

onde se acha de tudo, artesanato local, frutas, verduras, óleos de côco, roupas, músicos encantando-nos com os seus gingados polinésios e, claro, a famosa baunilha taitiana – a verdadeira, lindas vagens pretas perfumadas, que fazem a diferença no crème brûlée. Seguimos para a

Catedral Notre Dame de Papeete

Catedral Notre Dame de Papeete

Notre-Dame Catedral of Papeete, fundada em 1875, construção muito simples, de madeira, mas interessante. Visitamos ainda a Assembleia,a Casa do Presidente e finalizamos com uma parada para um delicioso chá gelado para amenizar o calor. Outra atração da Polinésia é a famosa pérola polinésia – pérola negra, de formatos, colorações e tamanhos diversos e, valores também, nenhuma delas é barata. Você encontrará várias joalherias, faça seu levantamento de preço, pois não escapará de comprá-las, são realmente lindas. Colares belíssimos, mas certifique-se da qualidade e procedência. Todas as ilhas vendem estas pérolas mas elas são cultivadas em algumas ilhas como Tahaa e Rangiroa, se for visitá-las deixe para comprar lá.

Foram somente dois dias em Papeete, mas valeu muito a pena, conhecemos o essencial.

Fotos: Tavares de Assis

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